Os candidatos à presidência da República participaram, nesta sexta-feira, de um debate promovido pelo G4, em parceria com o portal Metrópoles e o podcast Inteligência Ltda. Durante o evento, as críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) foram um dos principais temas abordados.
Nas primeiras rodadas de perguntas, os presidenciáveis expressaram descontentamento com o STF, o reajuste do Bolsa Família e a ausência de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Romeu Zema, do Novo, afirmou que o STF se tornou um 'balcão de negócios', mencionando a corrupção e a falta de ética entre os ministros.
Zema criticou o reajuste do Bolsa Família, chamando-o de 'medida populista'. Augusto Cury, do Avante, também se manifestou sobre o STF, descrevendo uma recente situação como 'quase um teatro' e defendendo uma reforma no Judiciário, além de um mandato de oito anos para os ministros do STF.
Cury pediu ainda a investigação de 'ministros corruptos' e o afastamento de juízes corruptos. Em relação ao Senado, Zema criticou o presidente Davi Alcolumbre, chamando-o de 'acovardado' e insinuando que ele impede a votação de impeachment de ministros do STF.
A candidata Samara Martins, da Unidade Popular, iniciou sua apresentação defendendo o fim da escala 6×1, um aumento de 100% no salário mínimo e o enfrentamento aos ricos, além de mencionar a suspensão do pagamento da dívida pública. Até o momento, ela não comentou sobre o STF.
Os candidatos Renan Santos, Lula, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado não participaram do debate.
Fonte: Paraibaonline