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Adriano Trajano defende trabalhadores e critica governo Lula

O candidato ao Senado pelo PCO, Adriano Trajano, apresentou propostas para a classe trabalhadora e criticou o governo Lula, afirmando que ele não atende às demandas dos trabalhadores.
Foto: Paraibaonline

Adriano Trajano, candidato ao Senado Federal pelo Partido da Causa Operária (PCO), destacou suas propostas voltadas para a classe trabalhadora e fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante sua apresentação, ele enfatizou a necessidade de defender os interesses dos trabalhadores.

Natural de Campina Grande, Trajano já participou de duas eleições anteriores, buscando uma vaga como vereador em 2020 e como governador da Paraíba em 2022. Em sua candidatura, ele se comprometeu a lutar por um aumento salarial, moradia e acesso à terra.

Pode esperar um homem combatente, que vai lutar com todas as forças em prol da classe trabalhadora, por um salário de R$ 7.000, pela casa própria, pela terra do trabalhador.

O candidato também expressou seu apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), considerando-o essencial para a agricultura. Ele ressaltou que o MST serve como um lembrete para os políticos sobre a luta da classe trabalhadora.

O MST é um movimento importantíssimo para a agricultura, porque o MST faz lembrar ao político que tem uma classe que está lutando.

Trajano reconheceu que o avanço político da classe operária é um processo que requer tempo e paciência. Ele acredita que a vitória dos trabalhadores não será imediata, mas sim um trabalho contínuo.

A vitória da classe operária não vai acontecer de uma maneira rápida. Isso é um trabalho minucioso, com calma, com paciência, que requer tempo. Nós estamos plantando uma semente.

Embora reconheça Lula como uma referência, Trajano criticou a falta de atenção do governo às demandas dos trabalhadores. Ele argumentou que as alianças políticas necessárias para a governabilidade têm levado Lula a priorizar os interesses da elite em detrimento dos trabalhadores.

Ele tem que fazer concessões para governar e ele faz com as elites para continuar no poder e, nesse aspecto, vira as costas para os trabalhadores que foram os que o colocaram lá.

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