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Ministério Público investiga contratos de influenciadores com a Blaze

O MPDFT requisitou acesso aos contratos de Lucas Lira e Bruna Sunaika com a Blaze para investigar práticas de marketing e promessas de renda extra. A ação é parte de uma apuração mais ampla sobre a plataforma.
Foto: Metropoles

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) está aprofundando a investigação sobre as estratégias de marketing utilizadas por influenciadores, incluindo Lucas Lira e Bruna Sunaika, em relação à plataforma Blaze. O MPDFT, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), solicitou acesso aos contratos firmados entre os influenciadores e a empresa.

A investigação foi motivada por denúncias de usuários e um relatório técnico que registrou mais de 42 mil reclamações contra a Blaze. A apuração busca identificar possíveis práticas abusivas relacionadas à promessa de "renda extra" divulgada pelos influenciadores, que também inclui nomes como Virginia Fonseca e o jogador Neymar Jr.

Além disso, o MPDFT pode mover uma ação por danos morais coletivos, estimada em R$ 120 milhões, contra a plataforma operada pela Foggo Entertainment Ltda. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) foi oficiada para fornecer relatórios de reclamações e eventuais processos administrativos contra a empresa.

A Blaze, registrada em Curaçau, ganhou notoriedade no Brasil através de campanhas nas redes sociais e da associação de sua marca a influenciadores e celebridades.

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