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Suprema Corte dos EUA analisará cidadania por nascimento

A Suprema Corte dos Estados Unidos deve se pronunciar sobre a ordem de Donald Trump que limita a cidadania por nascimento. O caso envolve uma imigrante hondurenha.
Foto: Suprema Corte mantém cidadania por nascimento nos EUA

A Suprema Corte dos Estados Unidos está programada para se pronunciar nesta terça-feira (30/6) sobre uma ordem do presidente Donald Trump que visa limitar a cidadania norte-americana por nascimento. O julgamento, conhecido como “Trump x Barbara”, envolve uma imigrante hondurenha residente em New Hampshire.

Barbara, que teve seu sobrenome preservado, moveu uma ação contra o governo ao descobrir que estava grávida de seu quarto filho, que nasceria em território norte-americano, mas sem direito à cidadania. A ordem executiva assinada por Trump restringe a cidadania automática para bebês nascidos de pais que estejam nos EUA de forma ilegal ou temporária, como estudantes, turistas e portadores de visto de trabalho.

A medida foi assinada no primeiro dia do segundo mandato de Trump, em janeiro do ano passado. Em abril, o presidente reiterou seu interesse na questão ao comparecer pessoalmente à fase de audição dos argumentos, um ato inédito, já que foi a primeira vez que um presidente acompanhou um julgamento na Suprema Corte.

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