Na tarde de segunda-feira (8), Bruno Guimarães concedeu uma entrevista no hotel The Ridge, em Basking Ridge, Nova Jersey, onde a seleção brasileira está concentrada para a Copa do Mundo. Durante a conversa, o volante manifestou sua aprovação à permanência de Lucas Paquetá no meio-campo da equipe.
Embora tenha ressaltado que a decisão final cabe ao técnico Carlo Ancelotti, Guimarães mostrou preferência pela formação utilizada na vitória por 2 a 1 sobre o Egito, ocorrida no último sábado (6), em comparação ao time que venceu o Panamá por 6 a 2, no dia 31 de outubro.
Na nossa dinâmica, ter um jogador a mais no meio foi muito interessante. Teve mais dinâmica de um-dois, tivemos chances para marcar mais gols, pecamos para aproveitar — afirmou Guimarães, que também destacou o entrosamento com Paquetá, fruto do tempo em que jogaram juntos no Lyon.
No amistoso contra o Panamá, a seleção atuou com apenas dois jogadores no meio-campo, Casemiro e Guimarães, e quatro atacantes. Já no jogo contra o Egito, Paquetá desempenhou a função de marcar pelo lado direito, mas se tornou um terceiro jogador no meio quando a equipe tinha a posse de bola.
Para atacar, o 4-2-4 oferece mais opções, mas às vezes falta um meia para fazer a bola chegar, tornando o jogo mais direto. A estratégia depende muito das características do jogo
, analisou Guimarães, que também elogiou a solidez defensiva apresentada na partida contra o Egito.
Ele comentou sobre o gol sofrido, que foi resultado de um erro do zagueiro Marquinhos, ressaltando que a equipe não foi pressionada pelo adversário.
Acho que a gente se defendeu de maneira melhor. O gol que tomamos foi uma infelicidade nossa, eles não criaram para fazer o gol. Mas, como falei, vai depender de como o míster vai definir. A gente fica na expectativa de que ele vai colocar o melhor time
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