Na noite deste domingo (7/6), pelo horário de Brasília, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) informou sobre a ocorrência de explosões nas cidades de Teerã, Tabriz e Isfahan. O IRGC alegou que as forças armadas de Israel teriam utilizado mísseis balísticos lançados do ar durante a ofensiva.
Esse ataque de Israel contraria a orientação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que havia instruído o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a seguir os acordos que os EUA estabelecessem com o Irã. Em entrevista ao jornal Financial Times, Trump enfatizou que ele detinha o controle sobre a condução do conflito.
Antes do ataque israelense, o Irã havia disparado uma série de mísseis em direção a Israel em resposta a bombardeios realizados por Israel em Beirute, capital do Líbano. O governo israelense confirmou que haveria retaliação à ofensiva iraniana.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) reconheceram o lançamento dos projéteis e informaram que seus sistemas de defesa aérea foram ativados para interceptá-los. Em uma mensagem divulgada no Telegram, os militares israelenses alertaram sobre uma nova onda de mísseis disparados contra o país, pedindo à população que não compartilhasse imagens ou informações sobre possíveis locais atingidos.