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Trump é alvo de críticas após suposto cochilo em coletiva

O presidente dos EUA, Donald Trump, foi criticado por opositores após ser acusado de cochilar durante uma coletiva no Salão Oval. O episódio gerou ironias nas redes sociais.
Foto: Metropoles

Na última quinta-feira (4), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se tornou alvo de críticas e ironias nas redes sociais após ser acusado de cochilar durante uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca. O incidente ocorreu enquanto o administrador da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Lee Zeldin, e o secretário do Interior, Doug Burgum, faziam pronunciamentos.

Durante os discursos, Trump foi visto reclinado em sua cadeira e com os olhos fechados por alguns segundos, o que gerou reações de integrantes do Partido Democrata e de perfis alinhados à oposição. O episódio rapidamente se espalhou nas redes sociais, onde o presidente recebeu o apelido de “Commander-in-Sleep” (“Comandante do Sono”).

O perfil oficial do Partido Democrata no X (antigo Twitter) ironizou a situação, afirmando que o “Comandante do Sono bateu o ponto”. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, também comentou o episódio, postando: “Dozy Don is Back (He Never Left)”, que em tradução livre significa

Don Sonolento está de volta (na verdade, nunca foi embora)

. A Casa Branca, até o momento, não se manifestou sobre as críticas relacionadas ao suposto cochilo.

Em uma discussão na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes, o secretário de Estado, Marco Rubio, defendeu Trump contra as acusações de cochilos. O congressista Ted Lieu apresentou vídeos e questionou Rubio sobre os supostos episódios. Em resposta, Rubio afirmou:

Isso é mentira. Nunca o vi adormecer. Pelo contrário, o rapaz não dorme, o que é um grande problema porque ele me liga às 2 da manhã.

Lieu rebateu, afirmando que a incapacidade do presidente de se manter acordado no trabalho fez com que outros países o percebessem de forma negativa.

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