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Walber Virgolino critica Guga Pet em debate sobre vaquejadas

O deputado Walber Virgolino criticou Guga Pet após embate na CMJP sobre vaquejadas e a defesa da causa animal, destacando a importância econômica da prática.
Foto: Walber sobe tom contra Guga Pet e defende vaquejada

O deputado estadual Walber Virgolino (PL) se manifestou sobre a discussão entre os vereadores Guga Pet (PP) e Éder da Jampa (PL) na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), que ocorreu durante um debate sobre vaquejadas e a proteção animal.

Em entrevista ao portal Fonte83, Virgolino criticou a postura de Guga Pet, defendendo a vaquejada como uma atividade cultural e econômica significativa para o Nordeste. Ele afirmou:

Ali é uma questão pessoal. Guga Pet é um cara que defende animais, mas ele não criou uma calopsita em casa. O cara que não sabe o que é criar um animal, não sabe o trabalho que dá cuidar de um animal dentro de casa, não pode usar isso como bandeira. Éder foi bastante feliz na colocação dele.

O deputado ressaltou ainda que a vaquejada vai além do esporte, gerando empregos e renda.

A vaquejada hoje não é só um esporte. É geração de emprego e renda. São mais de 600 mil empregos gerados direta e indiretamente em todo o Brasil. É um esporte consolidado, que muda a vida da população e merece ser tratado com respeito. E eu vou exigir esse respeito — declarou.

Virgolino também comentou sobre a disputa política em torno da pauta animal, afirmando que a proteção dos animais é uma causa que todos os políticos podem defender.

Hoje, proteger animal, todo mundo protege. Todo político tem o direito de defender essa causa. Eu corro vaquejada, tenho vários cachorros, salvo animais, patrocino ONGs. Não existe dono dessa bandeira. Assim como saúde e segurança pública, a causa animal não é exclusiva de ninguém — disse.

A discussão na Câmara Municipal foi acirrada, iniciando-se após Guga Pet defender a causa animal e criticar a realização de vaquejadas. O vereador destacou a ausência de políticas públicas para a proteção animal, propondo ações como castração e assistência veterinária.

O clima no plenário se intensificou quando Guga Pet associou as vaquejadas a maus-tratos contra animais, levando a um aumento das discussões entre vereadores, incluindo Éder da Jampa, que resultaram em trocas de acusações e interrupções durante a sessão.

Esse episódio reacendeu o debate entre defensores da causa animal e parlamentares que apoiam a realização de vaquejadas na Paraíba, movimentando os bastidores da política local.

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