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EUA impõem novas sanções a autoridades cubanas

O governo dos Estados Unidos anunciou sanções contra nove autoridades cubanas, incluindo ministros e altos oficiais militares, aumentando a pressão sobre a ilha. A medida foi divulgada pelo Departamento do Tesouro.
Foto: Imagem colorida de Marco Rubio e Trump - Metrópoles

O governo dos Estados Unidos intensificou a pressão sobre Cuba ao anunciar novas sanções direcionadas a políticos, militares e membros do serviço de inteligência cubano. A decisão foi divulgada pelo Escritório do Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) do Departamento do Tesouro dos EUA. Nove indivíduos foram incluídos na lista de sanções, entre eles, Mayra Arevich Marin, ministra das Comunicações, e Vicente de La o Levy, ministro de Energia e Minas.

Outros nomes na lista incluem Rosabel Gamón Verde, ministra da Justiça, e José Miguel Gomez del Vallin, chefe de contraespionagem militar. Juan Esteban Lazo Hernandez, presidente da Assembleia Nacional de Cuba, e Roberto Tomas Morales Ojeda, membro influente do Partido Comunista, também foram sancionados. Joaquín Quintas Sola, vice-ministro das Forças Armadas, e Eugenio Rabilero Aguilera, alto oficial militar, completam a lista. Além disso, a Direção de Inteligência de Cuba foi mencionada nas novas retaliações.

No início do mês, Washington já havia imposto sanções à empresa estatal Gaesa, controlada pelas Forças Armadas cubanas. Essas retaliações econômicas se somam à pressão contínua do presidente Donald Trump sobre Cuba, que enfrenta um embargo comercial dos EUA há mais de 60 anos. Após a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, Trump voltou sua atenção para a ilha, restringindo o fornecimento de petróleo da Venezuela para Cuba e autorizando tarifas contra países que fornecessem combustível à ilha.

Recentemente, um navio petroleiro da Rússia chegou a enviar aproximadamente 730 mil barris de petróleo para Cuba, mas as reservas já se esgotaram, resultando em uma crise energética sem precedentes. Trump também tem feito ameaças militares contra Cuba, mencionando a possibilidade de uma ação militar após o término da guerra no Oriente Médio, com o objetivo de alterar a governança cubana.

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