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Díaz-Canel alerta sobre consequências de ação militar dos EUA

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que uma possível ação militar dos EUA contra Cuba resultaria em um 'banho de sangue', destacando a falta de ameaça do país. O governo cubano nega planos de ataque com drones.
Foto: G1

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que qualquer ação militar dos Estados Unidos contra a ilha resultaria em um 'banho de sangue' e teria consequências incalculáveis para a paz e a estabilidade na região. Em uma publicação no X, ele enfatizou que 'Cuba não representa uma ameaça'.

A pressão dos EUA levou o governo cubano a considerar a possibilidade de realizar ataques com drones em alvos no sul da Flórida, incluindo navios norte-americanos e a base de Guantánamo, conforme reportado pelo site Axios, que citou fontes em Havana e Washington.

Cuba teria adquirido recentemente 300 drones de ataque, mas o chanceler Bruno Rodríguez negou essa informação, acusando o governo de Donald Trump de disseminar dados falsos para justificar uma possível intervenção militar.

Rodríguez afirmou que 'Cuba não ameaça nem deseja guerra', ressaltando que o país se prepara para se defender de agressões externas, conforme o direito à legítima defesa reconhecido pela ONU. No entanto, ele não comentou sobre o aumento na compra de drones.

As tensões entre Cuba e os EUA estão em ascensão, com a expectativa de que os EUA formalizem acusações contra o ex-líder cubano Raúl Castro, relacionadas a um incidente de 1996 em que Cuba abateu aviões de uma ONG americana. Recentemente, o diretor da CIA, John Ratcliffe, visitou Cuba para se reunir com autoridades locais.

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