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Díaz-Canel alerta sobre consequências de ação militar dos EUA

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, advertiu que uma possível ação militar dos EUA contra a ilha resultaria em um 'banho de sangue' e consequências incalculáveis para a região.
Foto: Cuba

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que uma eventual ação militar dos Estados Unidos contra a ilha poderia resultar em um 'banho de sangue'. Em uma publicação na rede social X, ele afirmou que Cuba 'não representa uma ameaça' e que qualquer ataque americano teria consequências 'incalculáveis' para a paz e a estabilidade da região.

Díaz-Canel destacou que as ameaças de agressão militar dos EUA são conhecidas e que a própria ameaça constitui um crime internacional. Ele reiterou que Cuba não possui planos agressivos contra nenhum país, incluindo os Estados Unidos.

Essas declarações surgiram após uma reportagem do site Axios, que alegou que Cuba teria adquirido mais de 300 drones militares e discutido planos para utilizá-los em ataques contra alvos americanos. O governo cubano negou as informações e acusou os EUA de tentar criar uma justificativa para uma intervenção militar.

O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, também negou que Havana esteja planejando ataques, afirmando que Cuba apenas se prepara para se defender de possíveis agressões externas, conforme o direito de legítima defesa previsto pela Carta da ONU.

As tensões entre os EUA e Cuba aumentaram, especialmente após declarações do presidente americano e a visita do diretor da CIA a Havana, onde alertou sobre a atuação de Cuba como plataforma para interesses hostis na região.

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