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Supremacista branco é condenado a 15 anos por plano de ataque a crianças

Um supremacista branco foi condenado a 15 anos de prisão por planejar que um cúmplice se passasse por Papai Noel e distribuísse doces envenenados a crianças de minorias em Nova York.
Foto: G1

Um homem identificado como Michail Chkhikvishvili, conhecido como 'Comandante Carniceiro', foi sentenciado a 15 anos de prisão por um plano que envolvia a distribuição de doces envenenados a crianças de minorias étnicas. A condenação ocorreu em um tribunal de Nova York, onde a juíza Carol Bagley Amon proferiu a decisão.

Chkhikvishvili, de nacionalidade georgiana, admitiu sua culpa em crimes de ódio e na elaboração de instruções para a fabricação de bombas e ricina, uma toxina altamente perigosa. Ele era o líder do Maniac Murder Cult, um grupo extremista que promove a violência motivada pelo racismo.

Os promotores relataram que o condenado foi preso durante uma operação de infiltração do FBI, onde ele tentava recrutar um cúmplice para se fantasiar de Papai Noel e distribuir os doces envenenados. O procurador-geral adjunto John Eisenberg comentou que a sentença retira um 'monstro' das ruas e protege as comunidades.

Chkhikvishvili foi extraditado da Moldávia para o Brooklyn em maio de 2025 e se declarou culpado em novembro do mesmo ano. Ele utilizou o aplicativo de mensagens criptografadas Telegram para planejar ataques a bomba e incêndios direcionados a minorias raciais e judeus.

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