Search

Vereadora Waléria Assunção denuncia falta de medicamentos no Zoonoses

A vereadora Waléria Assunção constatou a falta de medicamentos essenciais no Centro de Controle de Zoonoses de Campina Grande, solicitando regularização urgente.
Foto: Simoneduarte

A vereadora Waléria Assunção (PSB) realizou uma nova fiscalização no Centro de Controle de Zoonoses de Campina Grande, onde identificou um agravamento nos problemas relacionados à escassez de medicamentos e insumos necessários para o atendimento veterinário. Acompanhada pelo vereador Olímpio Oliveira (Podemos), presidente da Comissão Permanente de Direito Animal, a visita teve como objetivo verificar denúncias sobre a falta de itraconazol, um medicamento crucial para o tratamento da esporotricose, além da carência de materiais para castrações e cirurgias.

Em resposta à situação alarmante, foram protocolados requerimentos na Câmara Municipal pedindo, com urgência, o abastecimento dos medicamentos Itraconazol 100mg e Vincristina. A Comissão também solicitou uma audiência com o secretário de Saúde para discutir a aplicação dos recursos destinados ao setor.

Waléria enfatizou que o cenário observado revela não apenas a intensificação de problemas antigos, mas também o surgimento de novas dificuldades, como a falta de itraconazol, que afetam diretamente a assistência aos animais e a saúde pública em geral.

Além disso, a vereadora relatou que funcionários do centro estariam organizando vaquinhas para adquirir medicamentos para os animais atendidos.

Estamos falando de uma situação grave, que não começou agora, mas que vem se agravando com o passar do tempo. Falta medicamento, faltam insumos básicos, e isso impacta diretamente no controle de doenças e no atendimento aos animais. Não podemos tratar esse problema como algo normal e nem ver alguns medicamentos sendo usados apenas com o que funcionários se cotizaram — afirmou.

Waléria Assunção reafirmou seu compromisso de continuar fiscalizando e exigindo respostas da gestão municipal sobre a utilização dos recursos destinados à causa animal e ao funcionamento do Centro de Zoonoses.

Não estamos cobrando aleatoriamente, mas o que é devido à população: um atendimento pelo qual os cidadãos pagam seus impostos. Precisamos saber como está sendo aplicado o orçamento destinado ao serviço — concluiu.

PUBLICIDADE

Mais recentes

PUBLICIDADE