Na Casa Branca, o presidente Lula se encontrou com Donald Trump para um almoço que destaca a culinária brasileira. O cardápio inclui salada, filé grelhado e feijão-preto, elementos familiares aos brasileiros.
O menu, conforme divulgado, apresenta uma entrada de salada de alface romana com jícama, gomos de laranja, abacate e molho cítrico. O prato principal consiste em filé de carne grelhado acompanhado de purê de feijão-preto, mini pimentões doces e relish de rabanete com abacaxi, além de uma opção vegetariana. Para a sobremesa, foi servida torta de panna cotta com mel e pêssegos caramelizados, acompanhada de sorvete de crème fraîche.
O encontro é considerado uma 'visita de trabalho', menos formal do que uma reunião bilateral tradicional. Fontes da diplomacia brasileira veem a reunião como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, que enfrentaram incertezas e tarifas de importação.
Os temas a serem discutidos incluem a crítica ao sistema de pagamentos PIX, cooperação no combate ao crime organizado e narcotráfico, parcerias em minerais críticos e terras raras, além de questões geopolíticas na América Latina, Oriente Médio e ONU, e as eleições no Brasil.
A viagem a Washington é resultado de um processo de aproximação que começou em janeiro de 2026, quando Lula e Trump conversaram por telefone. Lula expressou interesse em um encontro presencial, mas a guerra no Oriente Médio atrasou a definição da agenda.
Desde então, a relação entre Lula e Trump, já marcada por divergências, se tornou mais complexa devido a eventos internacionais, como a guerra no Oriente Médio e questões diplomáticas envolvendo o assessor de Trump e a prisão do deputado Alexandre Ramagem.
Um auxiliar de Lula comentou que a reunião poderia ser 'mais um ponto de partida do que um ponto de chegada' em termos de acordos entre os dois países.