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Crocodilo de 4,5 metros é abatido após ataque a empresário na África do Sul

Uma operação de resgate na África do Sul resultou no abate de um crocodilo de 4,5 metros, suspeito de ter devorado um empresário. Restos humanos foram encontrados no animal.
Foto: Noticiasaominuto

Uma operação de grande escala foi realizada no nordeste da África do Sul após o desaparecimento de um empresário, que se suspeita ter sido atacado por um crocodilo. Durante a ação, um policial foi içado por um helicóptero e desceu até um rio infestado de crocodilos para ajudar na recuperação do corpo.

O incidente ocorreu nas proximidades do rio Komati, perto do Parque Nacional Kruger. O empresário desapareceu ao tentar atravessar uma ponte baixa alagada, ficando preso em seu veículo. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram apenas o carro vazio, levando à hipótese inicial de que ele teria sido arrastado pela correnteza.

Uma equipe de busca, composta por mergulhadores e drones, foi mobilizada. Durante a operação, os agentes identificaram uma ilha no rio com vários crocodilos, e um deles se destacou por seu comportamento inusitado. O capitão Johant Potgieter, da unidade de mergulho da polícia, observou que o crocodilo estava com a barriga cheia e não se movia, o que indicava que poderia ter se alimentado recentemente.

Diante dessa suspeita, o crocodilo foi abatido antes do resgate, que foi descrito como uma operação complexa e perigosa. Imagens mostraram o policial sendo baixado até a água para garantir a imobilização do animal, permitindo a retirada segura de ambos.

O crocodilo, que media cerca de 4,5 metros e pesava aproximadamente 500 quilos, foi levado ao Parque Nacional Kruger, onde especialistas encontraram restos humanos em seu interior. Exames de DNA estão sendo realizados para confirmar se os restos pertencem ao empresário desaparecido.

Além dos restos humanos, foram encontrados seis tipos diferentes de sapatos dentro do crocodilo, o que pode indicar outros ataques, embora isso não tenha sido confirmado. A tenente-general Puleng Dimpane, chefe interina da polícia sul-africana, elogiou os agentes pela complexidade da missão em uma área com forte presença de predadores.

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