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Biossensor brasileiro identifica câncer de pâncreas precocemente

Cientistas da USP desenvolveram um biossensor que detecta a proteína CA19-9 no sangue, biomarcador do câncer de pâncreas, com eficácia semelhante ao exame Elisa.
Foto: Metropoles

Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) criou um biossensor inovador que consegue identificar a proteína CA19-9 no sangue, um biomarcador relacionado ao câncer de pâncreas. Em testes iniciais realizados com amostras humanas, a nova tecnologia demonstrou um desempenho comparável ao exame Elisa, que é amplamente utilizado para medir substâncias associadas à doença.

O câncer de pâncreas é conhecido por ser um dos tipos de tumor com pior prognóstico, em grande parte devido à sua natureza silenciosa nas fases iniciais. Essa característica resulta em um diagnóstico tardio, o que compromete as chances de tratamento eficaz. Diante desse cenário, a busca por métodos que possam detectar sinais biológicos do câncer de maneira mais rápida, simples e acessível se torna essencial.

A pesquisa foi publicada em 22 de janeiro na revista científica ACS Omega, destacando a importância da nova tecnologia na detecção precoce da doença, um passo crucial para melhorar os resultados clínicos.

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