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Soldado francês morre após ataque no Líbano, confirma Macron

Um soldado da Unifil foi morto e outros três ficaram feridos em um ataque no sul do Líbano. O presidente francês, Emmanuel Macron, apontou o Hezbollah como responsável.
Foto: G1

Um ataque no sul do Líbano resultou na morte de um soldado da Força Interina das Nações Unidas (Unifil) e deixou outros três feridos. O incidente ocorreu durante uma operação de remoção de artefatos explosivos.

O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, condenou o ataque e solicitou uma investigação imediata. A Unifil, em sua avaliação inicial, indicou que os disparos podem ter sido feitos por agentes não estatais, possivelmente associados ao Hezbollah.

A UNIFIL iniciou uma investigação para determinar as circunstâncias que envolvem este trágico incidente. A avaliação inicial indica que o incêndio foi provocado por agentes não estatais (supostamente o Hezbollah).

O Hezbollah negou qualquer envolvimento no ataque, enquanto o presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, também condenou o ato, reforçando a necessidade de responsabilização.

Emmanuel Macron, presidente da França, identificou a vítima como o sargento-chefe Florian Montorio e exigiu que as autoridades libanesas prendessem os responsáveis. Ele afirmou que tudo indica que o Hezbollah é o culpado pelo ataque.

O ataque ocorreu em um contexto de cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano, anunciado recentemente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O Hezbollah, no entanto, já havia declarado que não aceitaria qualquer acordo que não garantisse a retirada das tropas israelenses do Líbano.

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