Uma ex-amiga do casal Trump, Amanda Ungaro, fez ameaças de expor o que chamou de 'sistema corrupto' de Melania Trump, acusando o presidente dos Estados Unidos de ser 'pedófilo'. As declarações foram uma resposta à coletiva de imprensa da primeira-dama, que negou qualquer relação com Jeffrey Epstein.
Ungaro, que foi amiga do casal por cerca de 20 anos, afirmou que tomará medidas legais contra Melania e seu 'marido pedófilo'. Ela também mencionou que a primeira-dama estava ciente de sua detenção em um centro do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em 2025.
O ex-marido de Amanda, Paolo Zampolli, que é um ex-agente de modelos e aliado de Trump, teria supostamente contatado um funcionário do ICE para denunciar a situação de Amanda, que foi deportada em outubro de 2025. Zampolli negou ter feito qualquer pedido ao ICE.
O Departamento de Segurança Interna esclareceu que a deportação de Amanda ocorreu devido ao vencimento de seu visto, refutando alegações de que sua remoção foi motivada por razões políticas. Na época, Amanda e Zampolli disputavam a guarda de seu filho, Giovanni.
Em entrevista ao jornal O Globo, Amanda revelou que, em 2002, viajou no avião privado de Epstein, onde viu cerca de 30 garotas. Ela descreveu a situação como estranha, afirmando que as jovens não pareciam modelos.
Amanda também acusou Zampolli de abuso sexual e violência doméstica durante seu casamento de 19 anos. Ela relatou que o ex-marido a levou a festas organizadas por Sean 'Diddy' Combs, onde se precavia para evitar que algo fosse colocado em suas bebidas.
Zampolli e Trump são amigos há anos, e Zampolli atualmente ocupa um cargo na administração de Trump. A relação entre eles se fortaleceu durante a campanha presidencial de 2016, quando Zampolli ajudou Melania a obter um visto de trabalho.
Além disso, Zampolli e Epstein tentaram comprar a Elite Models em 2004, e seu nome aparece em documentos relacionados a Epstein que foram divulgados pelo Departamento de Justiça.