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Trump menciona informações da CIA sobre novo líder do Irã

Em entrevista à Fox News, Donald Trump afirmou que a CIA o informou sobre a suposta orientação sexual do novo líder do Irã, Mojtaba Khamenei, gerando polêmica.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

A recente declaração de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, gerou controvérsia ao afirmar que recebeu informações da CIA sobre a vida pessoal de Mojtaba Khamenei, o novo líder supremo do Irã. Durante uma entrevista à Fox News, Trump alegou que o serviço de inteligência indicou que Khamenei seria gay, embora não tenha apresentado evidências concretas para sustentar essa afirmação.

Trump acrescentou que o tema já circulava em outros meios de comunicação e destacou a delicadeza da situação, considerando a postura repressiva do regime iraniano em relação a minorias. Essa declaração revive rumores que já haviam sido mencionados anteriormente pelo New York Post, que relatou que Trump ficou surpreso ao ser informado sobre o assunto.

Mojtaba Khamenei assumiu o poder após a morte de seu pai, Ali Khamenei, que faleceu em um ataque atribuído a forças dos Estados Unidos e de Israel no final de fevereiro. A oficialização da nova liderança ocorreu em 8 de março, quando a Assembleia de Especialistas do Irã confirmou sua posição. Aos 56 anos, Mojtaba já era visto como uma figura influente dentro do regime, especialmente por sua proximidade com a Guarda Revolucionária, um grupo central na estrutura de poder do país.

Apesar de sua influência, a sucessão direta gerou resistência interna, uma vez que a transferência de poder entre familiares não é bem aceita na tradição política e religiosa iraniana. Mojtaba, que é reservado e faz poucas aparições públicas, construiu sua trajetória no círculo mais próximo do pai, participando de decisões estratégicas relacionadas a operações militares e de inteligência, conforme relatado pelo The New York Times.

Especialistas acreditam que a ascensão de Mojtaba Khamenei sugere a continuidade da linha política atual do Irã, em um contexto de intensa pressão internacional. Relatos do The Telegraph indicam que ele estava presente no dia do ataque que resultou na morte de seu pai, escapando por pouco, mas sofrendo ferimentos enquanto outros familiares faleceram.

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