Em uma declaração recente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avaliou que os impactos econômicos da guerra com o Irã foram menos drásticos do que ele havia previsto. Durante uma fala, Trump comentou que a alta nos preços da gasolina e as flutuações no mercado financeiro não foram tão intensas quanto imaginava.
Francamente, achei que os preços do petróleo subiriam mais e que o mercado de ações cairia mais. Não foi nem de perto tão severo quanto eu imaginava — afirmou o presidente. Ele expressou surpresa positiva com a reação dos mercados, que, segundo ele, demonstraram uma resiliência maior do que o esperado.
Apesar do otimismo de Trump, os dados atuais indicam uma crescente pressão econômica. O preço médio da gasolina nos Estados Unidos está próximo de US$ 4 por galão, com um aumento de cerca de US$ 1 em relação ao mês anterior. Essa elevação nos preços pode se tornar um desafio político para os aliados republicanos, especialmente com as eleições de meio de mandato se aproximando.
No cenário internacional, os preços do petróleo continuam voláteis. Após um dia de queda, impulsionado por expectativas de progresso nas negociações diplomáticas, os preços voltaram a subir. Na manhã de quinta-feira, o barril do tipo WTI, referência nos EUA, subia 3,76%, sendo negociado a US$ 93,72. O Brent, referência global, também registrava alta de 3,77%, ultrapassando os US$ 100, refletindo as incertezas no fornecimento global.