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Operação Dose Oculta investiga farmácia por abortos clandestinos

Uma operação em Campina Grande investiga a venda irregular de medicamentos e possíveis abortos clandestinos. O proprietário da farmácia foi detido após irregularidades encontradas.
Foto: Reprodução / Polícia Civil

Na manhã desta quinta-feira, uma operação policial em Campina Grande investiga a comercialização irregular de medicamentos e outros crimes. A ação, chamada Operação Dose Oculta, foi conduzida pela Polícia Civil da Paraíba, com apoio da Gerência de Vigilância Sanitária (GEVISA) e do Ministério Público do Consumidor.

As equipes realizaram uma fiscalização em uma farmácia na região da Rodoviária Velha, onde o proprietário foi levado à Central de Polícia após a identificação de várias irregularidades administrativas, sanitárias e penais.

Durante a inspeção, foram encontrados medicamentos vencidos, anabolizantes, substâncias abortivas e medicamentos psicotrópicos que requerem autorização específica para venda. Além disso, o estabelecimento operava sem licença sanitária válida e sem alvará regular, além de não ter um farmacêutico responsável.

A Polícia Civil Também Localizou Munição Calibre .38 No Local

A Polícia Civil também localizou munição calibre .38 no local. Em um compartimento oculto no sótão da farmácia, foram descobertas substâncias que podem estar relacionadas a abortos clandestinos, além de documentos com anotações sobre supostas vítimas e o tempo de gestação.

O proprietário da farmácia foi encontrado com comprimidos de Cytotec em seu bolso e foi levado à Central de Polícia para os procedimentos legais. A operação também incluiu diligências em um atacado de medicamentos e no depósito associado, onde foram apreendidos produtos em desacordo com as normas sanitárias.

Todo o material apreendido será submetido a análise técnica. A Polícia Civil investiga crimes como comércio irregular de medicamentos, posse irregular de munição e a possível prática de abortos clandestinos, além de outras infrações sanitárias e penais.

As investigações continuam para esclarecer os fatos e identificar a participação de outras pessoas. A corporação enfatiza que o caso seguirá os trâmites legais, assegurando o devido processo e a presunção de inocência dos envolvidos.

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