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Estudo relaciona insônia a riscos de Alzheimer

Um estudo recente sugere que a insônia prolongada pode estar ligada a alterações cerebrais que aumentam o risco de Alzheimer. A pesquisa destaca a importância do sono para a saúde cognitiva.
Foto: Metropoles

A falta de sono adequado por longos períodos pode acarretar consequências que vão além do simples cansaço e dificuldade de concentração. Um estudo publicado na revista científica Nature Mental Health investigou a conexão entre a insônia e processos biológicos relacionados ao desenvolvimento da doença de Alzheimer.

Os resultados da pesquisa indicam que distúrbios persistentes do sono podem estar associados a alterações no cérebro que aumentam a vulnerabilidade à doença. Os autores do estudo afirmam que entender melhor essa relação pode abrir novos caminhos para a prevenção ou o retardamento do declínio cognitivo.

Realizada por cientistas da Universidade do Kentucky, a pesquisa reforça uma tendência crescente de estudos que destacam o sono como um fator crucial para a saúde cerebral ao longo da vida.

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