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Yuri Ezequiel propõe desmilitarização da Polícia Militar e melhorias na saúde

Durante debate na Rádio Correio FM, o candidato ao Governo da Paraíba, Yuri Ezequiel, defendeu a desmilitarização da Polícia Militar e a ampliação dos investimentos em saúde pública, além de valorizar os trabalhadores.
Foto: Paraibaonline

Em um debate realizado na Rádio Correio FM, o candidato ao Governo da Paraíba pela Unidade Popular (UP), Yuri Ezequiel, apresentou propostas voltadas para a saúde pública, segurança e valorização dos trabalhadores. Ele destacou a importância de tratar a saúde como uma prioridade na gestão pública.

Ezequiel enfatizou a necessidade de realizar concursos públicos, implementar planos de cargos e carreiras para os servidores, cumprir os pisos nacionais e aumentar os investimentos na saúde.

É necessário debater o serviço público com planos de cargos e carreiras dos servidores, é necessário concurso, cumprir os pisos nacionais, é necessária uma política que garanta 10% do nosso PIB para o investimento em saúde — afirmou.

O candidato também defendeu uma colaboração entre os municípios e o Governo do Estado, visando fortalecer a atenção básica e ampliar a estrutura especializada.

A defesa de uma saúde pública começa no PSF e esse debate os municípios precisam fazer de forma integrada com a saúde pública do estado — ressaltou.

Na área de segurança pública, Ezequiel propôs a desmilitarização da Polícia Militar, argumentando que isso é essencial para garantir uma atuação cidadã.

A nossa política de segurança pública é a desmilitarização da Polícia Militar. Isso não é o fim da Polícia Militar, isso é garantir uma polícia cidadã, integrada — declarou.

Além disso, o candidato abordou a necessidade de priorizar os trabalhadores na política econômica, defendendo a industrialização do estado por meio de empresas públicas e cooperativas.

Nós defendemos a Paraíba para quem trabalha, por isso nós defendemos a industrialização do estado a partir de empresas públicas, cooperativas de trabalhadores para enfrentar a divisão desigual do lucro — destacou.

Ezequiel também se manifestou contra a escala 6×1, propondo que as políticas de incentivo fiscal estejam ligadas à adoção de uma jornada de trabalho mais justa.

Nós defendemos o fim da escala 6×1 e as políticas de incentivo fiscal precisam estar vinculadas a quem de fato implementar essa jornada e o reajuste regional do salário mínimo em 100% — concluiu.

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