Em uma recente entrevista ao Financial Times, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o país "poderia pegar o petróleo no Irã
e mencionou a possibilidade de tomar a ilha Kharg, um importante centro petrolífero no Golfo Pérsico. Apesar de suas ameaças, Trump enfatizou que um cessar-fogo poderia ser alcançado
rapidamente".
Trump também comentou sobre o aumento do tráfego de navios petroleiros de bandeira paquistanesa no Estreito de Ormuz, prevendo que o número dobrará de 10 para 20. Ele afirmou que, na próxima terça-feira, esses navios passarão pelo canal, com autorização do presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf.
Além disso, o jornal The Wall Street Journal reportou que as intenções de Trump em relação a uma possível invasão terrestre estariam ligadas à extração de urânio do Irã. Fontes indicam que o presidente americano está considerando uma operação militar para retirar quase mil libras de urânio, uma missão que seria complexa e arriscada, envolvendo tropas americanas em incursões prolongadas.
Em resposta, o Irã se declarou preparado para reagir a qualquer ataque terrestre dos Estados Unidos, acusando Washington de planejar uma ofensiva enquanto fala em negociações. Essa situação ocorre em meio a esforços diplomáticos de países da região, que se reúnem no Paquistão para discutir o fim do conflito.
Ministros das Relações Exteriores de Paquistão, Arábia Saudita, Turquia e Egito estão em Islamabad para buscar soluções para a guerra, que já dura um mês e resultou em milhares de mortes.