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Trump Jr. Atribui Derrota da Esquerda na América Latina ao Desmonte da Usaid

Donald Trump Jr. afirmou que o desmantelamento da Usaid resultou na perda de eleições pela esquerda na América Latina, sem apresentar evidências. A declaração foi feita após o primeiro turno das eleições no Brasil.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

Donald Trump Jr., filho do presidente dos Estados Unidos, atribuiu o desempenho da direita na América Latina ao desmonte da Usaid, agência de ajuda internacional que foi praticamente extinta pelo governo republicano. Em suas redes sociais, ele afirmou que desde o desmantelamento da agência, a esquerda não venceu nenhuma eleição presidencial na região.

Trump Jr. fez a declaração após o primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil, que ocorrerão entre Flávio Bolsonaro e Lula. Ele alegou, sem apresentar provas, que bilhões de dólares dos contribuintes americanos eram destinados a ONGs e programas que favoreciam a esquerda.

O filho do presidente descreveu a atuação da Usaid como 'interferência eleitoral' e agradeceu a Elon Musk por seu papel no desmantelamento da agência. Musk também comentou sobre as eleições brasileiras, afirmando que a Usaid se envolveu em interferência eleitoral global.

A Declaração De Trump Jr

A declaração de Trump Jr. reflete uma crença comum entre seus aliados de que o financiamento americano a organizações civis favorecia a esquerda. Essa alegação é contestada por organizações beneficiárias e ex-integrantes do governo dos EUA.

A Usaid foi criada em 1961 com o objetivo de centralizar a ajuda externa dos EUA. Trump Jr. tem uma relação próxima com a família Bolsonaro e já expressou apoio a Jair Bolsonaro em eleições anteriores.

A declaração de Trump Jr. surge em um momento em que aliados de Trump observam o segundo turno das eleições brasileiras. O secretário de Estado, Marco Rubio, comentou que a disputa foi para o segundo turno, sem apoiar nenhum dos candidatos.

Donald Trump também se manifestou sobre a votação, elogiando a rapidez da contagem, mas inicialmente confundiu o Brasil com a Índia ao mencionar a participação de 125 milhões de pessoas, corrigindo posteriormente para referir-se ao Brasil.

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