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Trump critica Irã e fala sobre apoio da Otan em encontro com líder irlandês

Durante reunião na Casa Branca, Donald Trump afirmou que não se pode permitir que o Irã tenha armas nucleares e comentou sobre a falta de apoio da Otan em sua operação militar.
Foto: G1

Em um encontro na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou sua preocupação com a possibilidade de o Irã obter armas nucleares. A declaração ocorreu durante uma reunião com o primeiro-ministro da Irlanda, Micheál Martin, em um evento que tradicionalmente celebra o Dia de São Patrício.

Trump enfatizou que

não podemos permitir que lunáticos tenham armas nucleares

e comentou que levará pelo menos 10 anos para que o Irã se recupere dos danos já causados. Ele também abordou o impacto da guerra no aumento dos preços de energia em países como a Irlanda, afirmando que a ofensiva visa eliminar uma ameaça nuclear.

Trump critica Irã e fala sobre apoio da Otan em encontro com líder irlandês

O presidente, que tem mudado sua posição sobre a duração do conflito, afirmou que a guerra "não deve se prolongar

e previu uma queda nos preços assim que a situação se resolver.

Assim que essa guerra terminar, o que acontecerá em breve, os preços vão despencar. Podem apostar", declarou.

Embora o encontro tenha sido dominado por questões de guerra, Trump também ressaltou a importância das relações econômicas entre os Estados Unidos e a Irlanda, prevendo um crescimento rápido no comércio bilateral. Por outro lado, Micheál Martin adotou um tom mais diplomático, destacando os laços históricos entre as duas nações.

Além disso, Trump criticou a falta de apoio dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em sua operação militar contra o Irã, expressando desapontamento com a decisão.

Nós não precisamos deles, mas eles deveriam ter ajudado. Estão cometendo um erro muito tolo — afirmou durante a reunião.

Em uma postagem em sua rede social, Trump reiterou que não deseja mais a ajuda de países da Otan, Japão, Austrália e Coreia do Sul, que também se negaram a apoiar sua operação.

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