Os esforços para encerrar a guerra no Irã enfrentam um impasse. Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que Teerã solicitou o fim do bloqueio marítimo no Estreito de Ormuz, imposto pelos EUA, alegando que o país estaria à beira do colapso. Insatisfeito com a proposta do governo iraniano, Trump orientou seus conselheiros a se prepararem para manter o bloqueio por um período prolongado.
essa alternativa é considerada a mais viável entre três opções: retomar os bombardeios, retirar-se do conflito ou continuar com o bloqueio. Durante um jantar com o rei Charles III, Trump reafirmou que venceu a guerra no Irã, buscando pressionar Teerã a desistir do programa nuclear.
Nós derrotamos militarmente esse adversário específico e jamais permitiremos que esse adversário (…) possua uma arma nuclear — declarou o presidente na abertura do banquete.
O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, deve prestar esclarecimentos nesta quarta-feira sobre a condução da guerra no Irã, em sua primeira audiência parlamentar desde o início do conflito. O chefe do Pentágono, alvo de críticas da oposição democrata, enfrentará perguntas dos membros da Comissão de Forças Armadas da Câmara dos Representantes, ao lado de Dan Caine, o chefe do Estado-Maior americano. Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, parlamentares de ambos os partidos têm criticado o governo dos EUA pela falta de informações disponibilizadas, uma vez que é comum que alguns deles recebam dados classificados como sigilosos.