Na noite de quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra contra o Irã está "perto do fim" e que deve ser concluída em "duas ou três semanas". No entanto, ele não forneceu uma data específica para o cessar-fogo nem um plano para um acordo.
O conflito, que se aproxima de cinco semanas, tem afetado a economia de diversos países, incluindo os Estados Unidos, refletindo-se nos índices de popularidade de Trump, que estão em seus níveis mais baixos durante seu mandato.
Trump afirmou que todos os "objetivos militares americanos" foram alcançados, destacando:
Temos todas as cartas na mão. Eles não têm nenhuma
. Durante seu pronunciamento na Casa Branca, ele mencionou que os objetivos estratégicos estão próximos da conclusão e que as forças armadas dos EUA conquistaram vitórias rápidas e decisivas.
Apesar de seu otimismo, Trump não mencionou avanços nas negociações diplomáticas com o Irã. Ele reiterou sua intenção de bombardear o país, afirmando que o atacaria com "extrema força
nas próximas semanas, prometendo que o Irã seria levado
de volta à Idade da Pedra".
O Irã, que possui a terceira maior reserva de petróleo do mundo e uma das forças militares mais poderosas da região, também tem uma infraestrutura nuclear avançada, que é um dos principais alvos do conflito com os Estados Unidos. Trump defendeu a ofensiva, argumentando que o Irã "não pode ter uma arma nuclear".
Ele também lembrou o histórico de conflitos entre os EUA e o Irã, ressaltando que desde a Revolução Islâmica de 1979, os dois países não mantêm relações diplomáticas.
Desde o primeiro dia em que anunciei minha candidatura à Presidência, em 2015, jurei que jamais permitiria que o Irã tivesse uma arma nuclear — concluiu.