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Roubo de joias no Museu Lalique, na França, gera preocupação

Cerca de 20 joias da coleção do Museu Lalique foram roubadas na madrugada deste domingo, em Wingen-sur-Moder. As peças podem valer até 4 milhões de euros.
Foto: Museu na França tem coleção de luxo roubada por criminosos

Na madrugada deste domingo (5/7), cerca de 20 joias da coleção do Museu Lalique, localizado em Wingen-sur-Moder, no nordeste da França, foram roubadas. As peças, criadas pelo renomado mestre vidreiro e joalheiro René Lalique e seus sucessores, têm um valor estimado em até 4 milhões de euros, conforme informações de uma fonte ligada à investigação.

O furto foi confirmado pela fabricante de artigos de luxo Lalique, responsável pela administração do museu. Este incidente ocorre meses após um assalto de grande repercussão ao Museu do Louvre, em Paris, onde criminosos levaram joias avaliadas em cerca de 102 milhões de dólares em uma ação rápida.

De acordo com a agência AFP, o ladrão ou grupo de criminosos invadiu o Museu Lalique por volta das 5h30 (horário local) e dirigiu-se diretamente à sala onde as joias estavam expostas, o que sugere que os invasores conheciam bem a disposição do acervo.

Até o momento, as autoridades francesas não divulgaram a identidade dos suspeitos nem informaram se algum dos objetos foi recuperado. Após o roubo, o Museu Lalique anunciou em seu site oficial que permanecerá fechado por alguns dias devido ao arrombamento.

Inaugurado em 2011, o Museu Lalique está situado próximo à fábrica da marca e preserva o legado de René Lalique, um dos ícones da joalheria e das artes decorativas francesas. O acervo do museu conta com mais de 650 obras, incluindo joias em estilo Art Nouveau, frascos de perfume e peças em vidro Art Déco.

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