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Retirada do Porta-Aviões Gerald R. Ford do Oriente Médio

O porta-aviões Gerald R. Ford, o maior do mundo, deixará o Oriente Médio devido a problemas de infraestrutura, impactando as operações militares americanas na região.
Foto: Metropoles

A saída do porta-aviões Gerald R. Ford, considerado o maior do mundo, representa uma perda significativa para as forças americanas que atuam na guerra contra o Irã. O navio, que transporta dezenas de caças e tem sido fundamental nos últimos ataques, será substituído pelo USS George Bush, que está se preparando para ser enviado à região, conforme informações do The New York Times, que cita um oficial militar.

O Gerald R. Ford, avaliado em US$ 13 bilhões, foi lançado em 2017 durante o primeiro mandato de Donald Trump e realizou sua primeira missão em 2022. Com mais de 335 metros de comprimento, o porta-aviões é mais alto que a Torre Eiffel e possui 75 metros de largura, alcançando velocidades de aproximadamente 55 km/h. Sua capacidade máxima de deslocamento é de 100 mil toneladas, e a tripulação é composta por mais de quatro mil marinheiros.

Atualmente, o navio é escoltado por destróieres de mísseis guiados e transporta uma variedade de aviões de guerra. O Gerald R. Ford é o primeiro porta-aviões da nova classe Ford, projetada para substituir gradualmente os antigos porta-aviões da classe Nimitz. Antes de sua retirada do Oriente Médio, o porta-aviões participou de operações no Caribe, onde a Marinha dos EUA conduziu uma intensa campanha aérea contra embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico, incluindo a apreensão de petroleiros sancionados e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro.

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