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Rejeição de Jorge Messias para o STF e seus desdobramentos

A indicação de Jorge Messias ao STF foi rejeitada pelo Senado, resultando em uma derrota significativa para o presidente Lula. O que vem a seguir para a vaga?
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

A indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi rejeitada pelo Senado, em um episódio considerado uma derrota histórica para o presidente Lula. A resistência à nomeação de Messias foi liderada pelo presidente do Senado, David Alcolumbre, que preferia o senador Rodrigo Pacheco.

Messias, que havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com 16 votos a 11, não conseguiu obter os 41 votos necessários no plenário, alcançando apenas 34 na votação secreta.

Próximos passos para a vaga no STF

Aliados de Lula estão divididos sobre como proceder com a vaga. Uma parte sugere deixar a posição em aberto para evitar outra derrota em um ano eleitoral, enquanto outra defende a indicação de um nome 'irrecusável', preferencialmente uma mulher negra.

Análise da nova indicação

A oposição acredita que Alcolumbre indicará o novo nome apenas após as eleições de outubro, e somente se o escolhido for Rodrigo Pacheco.

Reação do governo à derrota

Após a derrota, aliados de Lula esperam exonerações de indicados por Alcolumbre, como os ministros Waldez Góes e Frederico Siqueira. Uma resposta do presidente é aguardada para a próxima semana, após o feriado do 1º de maio.

Impacto da vaga em aberto no STF

Com a vaga em aberto, o STF opera com duas turmas de julgamento. Na turma com quatro ministros, a decisão tende a ser favorável ao réu. No plenário, a falta de um novo ministro pode atrasar julgamentos que exigem maioria absoluta.

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