Search

Putin acredita que conflito na Ucrânia pode estar próximo do fim

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou que o conflito na Ucrânia pode estar se aproximando do fim, mencionando mediações internacionais e um possível encontro com Zelensky.
Foto: Mikhail METZEL / POOL / AFP

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, expressou sua crença de que o conflito na Ucrânia pode estar próximo de uma resolução. As declarações foram feitas em um contexto de mediações internacionais em busca de um acordo de paz.

Eu acho que o conflito na Ucrânia está chegando ao fim — afirmou Putin, que também agradeceu a nações que têm facilitado as negociações, ressaltando que o diálogo é uma questão que diz respeito apenas à Rússia e à Ucrânia.

Quando questionado sobre a possibilidade de dialogar com líderes europeus, Putin mencionou o ex-chanceler alemão, Gerhard Schroeder, como sua preferência.

Na última sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo entre os dois países, enquanto o jornal britânico Financial Times reportou que líderes da União Europeia estariam se preparando para negociações.

Putin também revelou que o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, informou que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, estaria disposto a um encontro pessoal.

Podemos nos encontrar em um terceiro país, mas somente quando um acordo de paz duradouro for feito — disse.

Durante o desfile do Dia da Vitória, Putin justificou a guerra com a Ucrânia e criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), afirmando que os soldados russos estão enfrentando uma força agressiva apoiada pelo bloco.

Após acusações mútuas de violação de cessar-fogos, Trump anunciou um cessar-fogo de três dias, que foi apoiado tanto pelo Kremlin quanto por Kiev, além de um acordo para troca de prisioneiros.

Trump expressou seu desejo de que o conflito terminasse, descrevendo a situação como a pior desde a Segunda Guerra Mundial em termos de qualidade de vida, e sugeriu uma prorrogação do cessar-fogo.

A Rússia, que iniciou a invasão da Ucrânia em 2022, havia alertado que qualquer tentativa de Kiev de interromper o desfile militar resultaria em um ataque maciço. O presidente ucraniano, por sua vez, emitiu um decreto permitindo que o desfile prosseguisse, afirmando que as armas ucranianas não teriam como alvo a Praça Vermelha.

PUBLICIDADE

Mais recentes

PUBLICIDADE