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Prefeito interino de Cabedelo se defende após operação da PF

O prefeito interino de Cabedelo se manifestou sobre a Operação Cítrico, negando envolvimento em atos ilícitos e destacando ações para moralizar a administração pública.
Foto: Polêmica Paraíba

Em resposta às repercussões da Operação Cítrico, que ocorreu em Cabedelo, o prefeito interino da cidade se pronunciou publicamente, negando qualquer envolvimento nos atos investigados. Durante seu pronunciamento, o gestor enfatizou que todas as medidas implementadas em sua gestão visam moralizar o serviço público e evitar a presença de indivíduos associados ao tráfico de drogas ou a organizações criminosas na prefeitura.

Ele afirmou que, desde que assumiu interinamente o cargo, tem buscado estreitar laços com órgãos de segurança e fiscalização.

Nos reunimos com o Ministério Público, o Poder Judiciário, a Polícia Civil e a Polícia Militar, sempre nos colocando à disposição para enfrentar qualquer indício de ligação criminosa dentro da prefeitura — declarou.

O prefeito também destacou que os eventos investigados pela operação ocorreram antes de sua posse. Para reforçar seu compromisso com a integridade administrativa, ele enviou à Câmara Municipal um projeto de lei antifacção, que proíbe a contratação de pessoas com comprovado envolvimento em tráfico ou organizações criminosas. O projeto já está em tramitação.

Em sua manifestação, o gestor afirmou ter "consciência tranquila

e reiterou que não cometeu atos ilegais, tanto durante sua gestão na prefeitura quanto em sua atuação na Câmara Municipal.

Continuarei firme, sempre à disposição para responder a qualquer questionamento, porque Cabedelo precisa avançar", concluiu.

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