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PP e União Brasil reafirmam apoio a Flávio Bolsonaro

Em reunião, membros do PP e União Brasil prometeram apoio incondicional a Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, e destacaram a mobilização nas campanhas estaduais.
Foto: flavio bolsonaro

Membros da federação PP e União Brasil se reuniram nesta quarta-feira com Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, e garantiram apoio incondicional a ele. Durante o encontro, foi reafirmado o 'fechamento de questão', um mecanismo que exige posicionamento dos integrantes dos partidos sob risco de punição.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) destacou a união das forças da direita e afirmou: 'Fechamos questão do apoio ao presidente Flávio Bolsonaro. Flávio, você pode ter certeza que nós agora, cada um de nós, vai voltar para os nossos Estados, e a campanha continua para que a gente seja vencedor no dia 25 de outubro.'

ACM Neto (União-BA) também se comprometeu a mobilizar seus aliados na Bahia, reduto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele declarou: 'Disse a ele Flávio que faremos todo o empenho na Bahia, eu e todo o meu grupo político, os prefeitos que me acompanharam. Todos estaremos motivados, mobilizados e trabalhando a partir de hoje pela campanha de Flávio Bolsonaro para presidente.'

O encontro contou com a presença de figuras como o governador reeleito do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), e as candidatas ao governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e do Acre, Mailza Assis (PP), além de senadores e deputados dos dois partidos.

Flávio agradeceu o apoio e comentou sobre a configuração do Congresso, afirmando que a eleição indica a escolha de um presidente da República de direita. 'É com essas pessoas que vou governar o Congresso. Está configurado para um presidente como Flávio Bolsonaro', disse.

Ele também criticou a suposta interferência do Judiciário nas eleições e defendeu que o governo Lula não faça novas indicações para o Supremo Tribunal Federal, afirmando que 'é incompatível os critérios para indicação de Ministro Supremo com o atual governo.'

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