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Pentágono considera operações terrestres no Irã

O Pentágono está avaliando a possibilidade de iniciar operações terrestres no Irã, com o envio de tropas ao Oriente Médio. A decisão final cabe ao presidente dos EUA, Donald Trump.
Foto: Noticiasaominuto

O Pentágono está em fase de preparação para possíveis operações terrestres no Irã, o que poderia representar uma nova etapa no conflito que começou em 28 de fevereiro. A autorização para essa intensificação das ações militares depende do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo informações do The Washington Post, que se baseia em fontes anônimas, os Estados Unidos podem estar se preparando para semanas de operações no Irã, com o deslocamento de milhares de soldados e fuzileiros navais para a região.

Embora a operação não deva se transformar em uma invasão em larga escala, ela envolveria uma série de incursões combinadas entre forças de operações especiais e tropas de infantaria.

As discussões sobre essa estratégia vêm ocorrendo há semanas, mas até o momento Trump não se manifestou sobre a aprovação do plano.

Recentemente, a administração Trump tem alternado entre declarações de que a guerra está próxima do fim e ameaças de intensificação. O presidente demonstrou interesse em negociar o fim do conflito, condicionando isso ao abandono das ambições nucleares do regime iraniano e ao término das ameaças contra os EUA e seus aliados.

Na última sexta-feira, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou em uma reunião com aliados que "não será um conflito prolongado" e destacou que os EUA poderiam

atingir todos os objetivos sem tropas terrestres

.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, comentou que

é função do Pentágono fazer os preparativos necessários para dar ao comandante-chefe a máxima flexibilidade. Isso não significa que o presidente tenha tomado uma decisão

.

É importante lembrar que o conflito no Irã já dura cerca de um mês e resultou na morte de várias figuras proeminentes do regime, incluindo o ex-líder supremo Ali Khamenei. O número total de vítimas fatais ultrapassa duas mil, incluindo 13 soldados norte-americanos.

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