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Operação da Polícia Civil desmantela quadrilha de furtos de quadriciclos na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba prendeu quatro suspeitos de furtos de quadriciclos em uma operação que abrangeu várias cidades do estado. A ação foi realizada na quinta-feira (02) e envolveu diversas delegacias e órgãos de...
Foto: Divulgação

Na quinta-feira (02), a Polícia Civil da Paraíba realizou a Operação “4×4”, que resultou na prisão de quatro indivíduos suspeitos de integrar uma associação criminosa dedicada a furtos de quadriciclos e outros crimes patrimoniais. A operação foi coordenada pela Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande (DRF-CG) em parceria com a Delegacia Municipal de Ingá.

A ação contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, da Unidade de Inteligência da Polícia Civil da Paraíba (UNINTELPOL) e do Centro Integrado de Comando e Controle da 2ª Região Integrada de Segurança Pública (CICC-2ªREISP). Os mandados de busca e apreensão, além das prisões, foram cumpridos em Campina Grande, nos bairros Alto do Cruzeiro, Velame, Aluísio Campos e Distrito Industrial.

As investigações indicam que o grupo era responsável por uma série de furtos qualificados ocorridos em diferentes municípios da Paraíba, com uma estrutura organizada que incluía divisão de tarefas e uso de veículos para se deslocar entre as localidades. Os crimes foram registrados entre novembro de 2025 e junho de 2026, envolvendo furtos em Campina Grande, Queimadas, Riachão do Bacamarte, João Pessoa, Ingá e Bananeiras, além de um veículo furtado em Mogeiro, que foi recuperado pela Polícia Militar.

Os furtos eram, em sua maioria, realizados durante a madrugada em propriedades rurais previamente selecionadas, onde os criminosos subtraíam quadriciclos e outros veículos de alto valor. Após os crimes, os bens eram ocultados, receptados e comercializados.

Os suspeitos responderão pelos crimes de furto qualificado em continuidade delitiva e associação criminosa, permanecendo à disposição da Justiça. A Polícia Civil da Paraíba informou que as investigações continuam em andamento, ressaltando a importância da atuação integrada entre as unidades especializadas e os setores de inteligência no combate a crimes patrimoniais.

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