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Olímpio Rocha marca presença na 17ª Marcha pela Vida das Mulheres e Agroecologia

O pré-candidato ao Governo da Paraíba, Olímpio Rocha, participou da 17ª Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia em Remígio, reunindo milhares de participantes em defesa de pautas sociais e ambientais.
Foto: Polêmica Paraíba

O pré-candidato ao Governo da Paraíba pelo PSOL, Olímpio Rocha, esteve presente na 17ª Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia, realizada em Remígio, no Brejo paraibano. O evento atraiu milhares de mulheres, agricultoras e representantes de movimentos sociais de diversas regiões do estado e do Nordeste.

A marcha, uma mobilização tradicional da Borborema, ocorre anualmente e se consolidou como um dos principais atos feministas e agroecológicos da região. Os organizadores esperavam reunir mais de 5 mil mulheres, com concentração na Lagoa Parque Senhor dos Passos e uma caminhada pelas ruas da cidade.

Organizada pelo Polo da Borborema, a mobilização conta com a participação de movimentos de mulheres do campo e da cidade, sindicatos rurais e diversas organizações sociais. As pautas deste ano incluíram a defesa da agroecologia, críticas aos impactos de grandes empreendimentos no campo e a luta por uma transição energética justa.

A programação do evento também incluiu uma feira agroecológica, atividades culturais e a apresentação da cantora Lia de Itamaracá, celebrando a força das mulheres nordestinas e dos movimentos sociais. Durante a marcha, Olímpio Rocha caminhou ao lado de militantes de diversos movimentos populares, incluindo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e coletivos feministas.

Para Olímpio, a marcha simboliza resistência e organização popular no Nordeste. Ele afirmou:

A Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia é uma demonstração poderosa de que as mulheres do campo e da cidade seguem na linha de frente da defesa da vida, da terra e da democracia.

O pré-candidato também destacou que a luta das mulheres do Semiárido está ligada à defesa de um modelo de desenvolvimento sustentável, afirmando que

a agroecologia não é apenas um modelo de produção, mas um projeto de sociedade baseado na justiça social e na soberania alimentar.

Desde 2010, a marcha se tornou uma referência nacional na articulação entre feminismo, agricultura familiar e justiça climática, reunindo anualmente organizações do campo e da cidade em defesa de um modelo de desenvolvimento sustentável para o Semiárido.

Ao final da mobilização, Olímpio Rocha reafirmou seu compromisso com as pautas das mulheres, da agroecologia e dos movimentos populares, visando um desenvolvimento mais justo para a Paraíba.

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