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Mulher aguarda hemodiálise com apenas 9% da função renal

Marlene Marcondes de Mello, de 60 anos, enfrenta a fase mais crítica de sua doença genética, que afeta os rins. Com apenas 9% da capacidade renal, ela espera por tratamento pelo SUS.
Foto: Metropoles

Marlene Marcondes de Mello, uma inspetora de alunos de 60 anos, lida há mais de 30 anos com uma condição genética que afeta progressivamente seus rins. Diagnosticada com rim policístico, ela se encontra na fase mais avançada da doença, com apenas 9% da função renal restante.

Devido à gravidade de sua situação, Marlene aguarda uma vaga para iniciar o tratamento de hemodiálise pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esse procedimento é essencial para substituir as funções renais que não estão mais sendo realizadas de forma adequada.

A condição de Marlene foi identificada quando ela tinha 27 anos, após a realização de exames de sangue e um ultrassom renal, antes mesmo do surgimento dos primeiros sintomas. A origem do rim policístico está ligada ao histórico familiar, já que sua avó materna também foi diagnosticada com a mesma doença em um estágio avançado.

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