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Motivos de brasileiros para voluntariar na guerra da Ucrânia

Vídeos nas redes sociais mostram brasileiros explicando suas razões para se voluntariar na guerra da Ucrânia. Entre eles, Itamar e Lisboa compartilham suas motivações e experiências no conflito.
Foto: guerra

Vídeos divulgados nas redes sociais têm revelado os motivos que levam brasileiros a se voluntariar na guerra entre Ucrânia e Rússia. Um dos voluntários, Itamar, natural de Bom Jesus de Goiás, compartilhou sua decisão de se juntar às forças ucranianas. Ele afirmou:

Eu sabia que estava ocorrendo essa agressão injusta da Rússia contra a Ucrânia e acho muito injusto permanecer olhando de longe enquanto eu poderia vir ajudar.

Após preencher o formulário de alistamento, Itamar foi contatado por um recrutador. Ele relatou que encontrou outros brasileiros, além de argentinos, colombianos e ingleses, e destacou sua intenção de defender a liberdade do povo ucraniano.

Seria uma grande covardia eu permanecer assistindo do meu sofá enquanto eu poderia vir para cá ajudar — disse.

Outro voluntário, conhecido como Lisboa, também compartilhou sua motivação. Ele tomou conhecimento da guerra pela televisão e buscou mais informações online, afirmando:

Eu não concordo com a invasão russa. Foi isso que me motivou a vir.

Entretanto, a participação de estrangeiros na guerra tem sido marcada por tragédias, incluindo mortes e desaparecimentos de brasileiros. Daniel Lucas de Campos, de 32 anos, morreu em combate em novembro de 2025, conforme confirmado por sua esposa. Outro caso é o de Jackson Aurélio Lourenço do Rosário, de 30 anos, que teve sua morte confirmada após semanas desaparecido na região de Donetsk.

Igor Amazonas, de 23 anos, também perdeu a vida em combate, com a confirmação de familiares e de um grupo acadêmico da Universidade de São Paulo. Chairon Vitor Sepulvida, também de 23 anos, está desaparecido há nove meses, tendo viajado para a Europa com a intenção de lutar ao lado do exército russo.

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