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Morte de Jiló dos Prazeres, chefe do CV, gera repercussão no Rio

Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló dos Prazeres, foi morto em operação policial. Ele tinha uma longa ficha criminal e era considerado um líder violento do Comando Vermelho.
Foto: jiló

O traficante Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló dos Prazeres, foi morto durante uma operação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Com 55 anos, ele era classificado pelo coronel Marcelo de Menezes Nogueira, secretário de Estado da PM, como 'sanguinário'. Jiló liderava o Comando Vermelho no Morro dos Prazeres e possuía uma extensa ficha criminal, com 135 anotações, incluindo homicídio, sequestro, cárcere privado e tráfico de drogas.

Seu nome estava associado a registros criminais desde 1990, e havia oito mandados de prisão em aberto contra ele. O chefe da PM descreveu Jiló como uma 'liderança sanguinária e violenta', responsável por diversas ações criminosas na região central e na Zona Sul da cidade.

Informações policiais indicam que Jiló estava envolvido na morte de um turista italiano, Roberto Bardella, em dezembro de 2016, quando ele entrou na comunidade por engano. Na época, Jiló havia deixado a prisão apenas 30 dias antes. Em 2018, ele foi identificado como chefe do tráfico na Rua do Lavradio.

Recentemente, uma operação da Polícia Civil apreendeu cinco toneladas de drogas na comunidade do Fallet, que pertenciam ao grupo de Jiló. Após sua morte, um ônibus foi incendiado por traficantes do CV na Avenida Paulo de Frontin, em um ato de retaliação. Essa ação resultou na morte de outras sete pessoas e foi um desdobramento de uma operação anterior que visava prender integrantes do grupo.

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