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Mersinho critica atrasos no programa Tá na Mesa e aponta riscos

O deputado Mersinho Lucena denunciou atrasos nos pagamentos do programa social Tá na Mesa, alertando que 50 mil paraibanos podem ficar sem alimentação. Ele também mencionou desvios de R$ 10 milhões.
Foto: Fonte83

O deputado federal Mersinho Lucena (PSD) utilizou suas redes sociais para criticar o Governo da Paraíba devido aos atrasos nos pagamentos do programa social Tá na Mesa. Ele destacou que fornecedores e pequenos empresários estão enfrentando dificuldades financeiras em decorrência da falta de repasses.

Em sua publicação, Mersinho ironizou a situação, afirmando que o programa 'mudou de nome' para 'Tá no Serasa'. Ele ressaltou que, em apenas 45 dias de governo, os fornecedores já relatam a falta de pagamento, levando pequenos empresários a um colapso financeiro.

O deputado enfatizou que os atrasos impactam não apenas os restaurantes credenciados, mas toda a cadeia econômica relacionada ao programa. 'Quando o governo não paga, não quebra só o restaurante. Quebra o hortifrúti, o mercadinho, o fornecedor de gás, o agricultor, a cozinheira, o trabalhador e toda uma cadeia local', afirmou.

Mersinho também alertou sobre o risco de interrupção do atendimento alimentar do programa, afirmando que mais de 50 mil paraibanos podem ser prejudicados diariamente. '50 mil paraibanos podem acabar ficando sem alimentação diariamente por causa da desorganização e da irresponsabilidade desse governo', declarou.

Além disso, o parlamentar cobrou explicações do governador Lucas Ribeiro sobre investigações do Ministério Público que envolvem supostos desvios de mais de R$ 10 milhões no programa. 'Governador Lucas, a responsabilidade é sua, inclusive de ser transparente nas graves denúncias de desvios de mais de R$ 10 milhões desse programa cometidos por dois ex-secretários', disse.

Ao final de sua publicação, Mersinho pediu a regularização imediata dos pagamentos aos fornecedores e exigiu mais responsabilidade da gestão estadual. 'Quem trabalha não pode levar calote e quem tem fome não pode esperar', concluiu.

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