Após um ataque que resultou na morte da jornalista Amal Khalil e deixou outra profissional gravemente ferida, o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, acusou Israel de crimes de guerra. Salam afirmou que o exército israelense tentou obstruir o socorro às jornalistas atingidas.
Em suas redes sociais, o primeiro-ministro expressou suas condolências à família de Khalil, aos colegas e a todo o corpo de imprensa libanês, desejando uma rápida recuperação à jornalista Zeinab Faraj. Ele enfatizou que o ataque a jornalistas e a obstrução do acesso das equipes de socorro configuram crimes de guerra.
Salam destacou que a prática de atacar jornalistas no sul do Líbano não é um evento isolado, mas sim uma estratégia que deve ser condenada. Ele reiterou que o Líbano não hesitará em levar esses crimes aos fóruns internacionais competentes.
O ataque ocorreu durante um bombardeio em Al-Tiri, no sul do Líbano. De acordo com o direito internacional, atacar civis é considerado um crime de guerra e pode ser julgado por tribunais internacionais, como o Tribunal Penal Internacional.