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João Pessoa lança edital para projetos de combate a ISTs e HIV

A Prefeitura de João Pessoa abriu seleção para projetos que visam a prevenção e assistência ao HIV, Aids, hepatites virais e ISTs, com investimento de R$ 200 mil.
Foto: Joaopessoa

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de João Pessoa publicou o edital de seleção nº 01/2026, destinado a financiar projetos voltados à prevenção, diagnóstico e assistência relacionados ao HIV, Aids, hepatites virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A iniciativa visa fortalecer o controle e o tratamento dessas infecções na cidade, promovendo ações em colaboração com a sociedade civil e órgãos governamentais.

O edital, que pode ser acessado no Portal da Transparência, busca apoiar Organizações Não Governamentais (ONGs) e outras entidades sem fins lucrativos que atuam na promoção da saúde e na prevenção dessas doenças. O secretário de Saúde, Luis Ferreira, ressaltou a importância de valorizar o trabalho das redes comunitárias, afirmando que a união entre a Secretaria e o terceiro setor é uma estratégia essencial para ampliar o alcance das campanhas preventivas.

O investimento total previsto é de R$ 200 mil, com um limite de até R$ 40 mil por proposta, permitindo o financiamento de até cinco projetos. As propostas podem ser submetidas em duas categorias: uma para ações voltadas à promoção da saúde de pessoas vivendo com HIV/Aids e outra para prevenção de ISTs, HIV/Aids e hepatites virais. Cada instituição pode apresentar uma proposta em cada categoria.

Jéssica Mendonça, chefe da seção de IST, Aids e Hepatites Virais da SMS, destacou que essas entidades frequentemente alcançam áreas onde os serviços de saúde têm dificuldade de chegar, contribuindo para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

As instituições interessadas têm até 30 dias úteis, a partir do dia 10 de junho, para submeter suas propostas pelo Sistema 1Doc. O edital prioriza projetos que atendam a públicos específicos, incluindo pessoas vivendo com HIV/Aids, a população LGBTQIAPNB+, profissionais do sexo e usuários de drogas, além de grupos em situação de vulnerabilidade social.

O processo seletivo também foca em ações voltadas para a população negra, comunidades quilombolas, povos de terreiro, populações trans, imigrantes, refugiados, pessoas privadas de liberdade, em situação de rua e povos indígenas.

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