A Polícia Civil da Paraíba deu início a um inquérito para apurar uma suposta tentativa de liberação irregular de sete detentos da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, conhecida como PB1. A investigação foi motivada pela apresentação de alvarás de soltura que, segundo as autoridades, são falsificados.
A abertura do inquérito ocorreu após uma requisição da Vara de Execuções Penais da Capital. Com base nesse pedido do Judiciário, a Delegacia-Geral da Polícia Civil designou a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) para liderar as investigações.
Informações preliminares indicam que os alvarás apresentavam sinais de falsificação, incluindo assinaturas que supostamente pertencem a magistrados. Diante da suspeita sobre a autenticidade dos documentos, as instituições envolvidas tomaram medidas imediatas.
O inquérito visa esclarecer não apenas a participação dos sete detentos mencionados, mas também identificar quem elaborou e entregou os alvarás aos policiais penais. Além disso, a Polícia Civil investiga a possível participação de outras pessoas no esquema.
As investigações continuam em andamento. Em comunicado, a Polícia Civil ressaltou a importância da colaboração com o Poder Judiciário para assegurar a legalidade dos procedimentos e fortalecer o combate a ações criminosas no sistema prisional da Paraíba.