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Infestação de besouros causam transtornos e chama atenção em cidades do Vale do Piancó durante período chuvoso

Moradores do Vale do Piancó relatam grande quantidade de besouros conhecidos como “carocha” durante o período chuvoso. Especialistas explicam que a espécie tem papel importante no controle de pragas agrícolas.
Inseto e queimadura causada por ele, imagem ilustrativa (Fotos: Reprodução/Redes sociais)

Moradores de diversas cidades do Vale do Piancó, no Sertão da Paraíba, têm relatado o aparecimento em grande quantidade de besouros durante o atual período de chuvas na região. O fenômeno tem sido registrado em diferentes municípios e despertado curiosidade e preocupação entre a população.

Os insetos identificados pertencem ao gênero Calosoma granulatum, popularmente conhecido no Nordeste como “carocha”. Apesar da grande quantidade, especialistas explicam que essa espécie possui importante função ecológica, já que atua como predadora natural de lagartas, contribuindo para o controle biológico de pragas em áreas agrícolas.

De acordo com estudiosos, a proliferação desses insetos ocorre principalmente em períodos de chuva, calor e alta umidade, condições ambientais ideais para reprodução e desenvolvimento.

Embora o besouro não seja peçonhento, ele pode liberar um odor forte quando manipulado ou esmagado. Além disso, ao ser pressionado contra a pele, o inseto pode liberar uma substância irritante, capaz de provocar queimaduras leves ou irritação cutânea.

Especialistas recomendam que, em caso de contato com o inseto ou irritação na pele, a pessoa deve:

  • Lavar imediatamente a área afetada com água e sabão
  • Evitar esmagar o inseto diretamente na pele
  • Procurar atendimento médico caso apareçam reações ou irritações mais intensas

Mesmo com o susto causado pela grande presença dos besouros, especialistas reforçam que a espécie não representa risco grave à vida humana e desempenha um papel importante no equilíbrio do ecossistema.

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