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IBGE revela crise na saúde mental de adolescentes e reforça urgência de políticas públicas

A nova pesquisa do IBGE destaca a necessidade urgente de políticas de acolhimento e proteção a crianças e adolescentes, com dados alarmantes sobre a saúde mental dos jovens brasileiros.
Foto: Polêmica Paraíba

A divulgação da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) traz à tona a urgência de políticas públicas mais eficazes para o acolhimento e proteção de crianças e adolescentes. O deputado federal Ruy Carneiro, defensor constante dessas ações, vê os dados como um respaldo para suas reivindicações.

Os números revelam que 73% dos estudantes sentem tristeza constante e mais de 69% relatam ter sofrido bullying. Para Ruy, esses dados evidenciam uma crise silenciosa nas escolas e lares, demandando medidas legislativas imediatas e investimentos em assistência social.

Esses números são um grito de socorro que o poder público não pode ignorar. Quando quase um em cada cinco adolescentes acha que a vida não vale a pena ser vivida, estamos diante de uma emergência social. É exatamente por isso que defendo, com tanta firmeza, que ao menos 1% das receitas públicas seja destinado à assistência social.

A luta de Ruy pela aprovação da PEC que assegura 1% da receita para a assistência social ganha novo impulso com esses dados, visando garantir financiamento contínuo para os serviços de acolhimento.

Além disso, Ruy é coautor da lei que criminalizou o stalking e apresentou uma proposta para unificar 32 projetos na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, visando endurecer as punições para crimes cibernéticos, incluindo o bullying digital.

O parlamentar também é autor de projetos que proíbem a monetização da superexposição de crianças nas redes sociais e que protegem jovens da exploração do trabalho infantil em produções audiovisuais.

A pesquisa PeNSE ouviu 118.099 adolescentes entre 13 e 17 anos em escolas de todo o Brasil, revelando que 67,6% dos estudantes se irritam facilmente e 62% não veem sentido na vida. Além disso, 18,5% afirmaram pensar que 'a vida não vale a pena ser vivida'.

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