O Hospital Antônio Targino se manifestou em resposta a uma nota divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Saúde e Entidades do Agreste da Borborema (SEESSA-AB), que alegava uma suposta falência da instituição e mencionava prejuízos aos funcionários devido a atrasos salariais. A direção do hospital esclareceu que não houve decreto de falência e que suas operações seguem normalmente em Campina Grande e região.
Em comunicado oficial, o hospital informou que, em 25 de fevereiro de 2026, foi protocolado um pedido de tutela de urgência na Justiça, visando a futura recuperação judicial. Este pedido está sendo analisado na Vara de Feitos Especiais de Campina Grande, no Tribunal de Justiça da Paraíba, e tem como finalidade suspender temporariamente execuções judiciais e bloqueios patrimoniais que impactavam o fluxo de caixa da instituição.
A Justiça acatou o pedido, determinando a suspensão, por 30 dias, de ações e execuções em curso contra o hospital, especialmente aquelas de natureza trabalhista. Além disso, foram impedidas medidas como penhora, arresto, sequestro e busca e apreensão de bens. O hospital enfatizou que essa medida é protetiva e visa permitir uma reorganização financeira e a possível elaboração de um plano de recuperação judicial.