Luiz Fernando Dutra está sob investigação por ter criado um batalhão fictício, onde recrutou mais de 200 indivíduos com a promessa de uma carreira militar. As vítimas foram submetidas a uma rotina de hierarquia simulada, cobranças indevidas e trabalho não remunerado.
O caso foi revelado após a prisão de Dutra em flagrante no início deste mês, em Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), enquanto tentava aplicar um novo golpe relacionado a uma escola pública.
Uma das vítimas, Tatiane Martins, de 32 anos, relatou que Dutra se apresentava como tenente-coronel da Polícia Militar, utilizando uniformes e documentos falsificados para dar credibilidade ao seu esquema.
No suposto batalhão, ele impunha regras inspiradas na disciplina militar, incluindo a exigência de continência diária, treinamentos e até punições financeiras para os 'recrutas'.
Fonte: Metropoles