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Governador Lucas Ribeiro propõe diálogo sobre esgoto na orla de João Pessoa

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, manifestou sua disposição para dialogar com a Prefeitura de João Pessoa sobre o sistema de esgotamento sanitário, em meio a preocupações com águas escuras na orla.
Foto: Fonte83

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, expressou sua abertura para discutir com a Prefeitura de João Pessoa as questões relacionadas ao esgotamento sanitário e ao despejo de águas nas galerias pluviais da capital. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa após o lançamento do Ciclo 2026 do Orçamento Democrático Estadual, realizado no Teatro Paulo Pontes.

Lucas Ribeiro mencionou que já iniciou conversas com órgãos estaduais e reafirmou sua disposição para dialogar com o prefeito Leo Bezerra, buscando soluções conjuntas para os problemas enfrentados. Ele destacou:

Estou à disposição de Leo também. Já dialoguei esta semana com a Cagepa sobre esse tema. É importante sentar e dialogar para João Pessoa continuar crescendo.

O governador também citou obras em andamento e investimentos do governo estadual na capital, como a entrega de viadutos e a construção do Polo Turístico Cabo Branco, ressaltando a presença do Estado na melhoria da infraestrutura urbana.

A manifestação de Lucas Ribeiro ocorre em um contexto de preocupação com a origem de águas escuras e com odor forte que surgiram na orla, entre as praias do Bessa e Intermares. A situação gerou inquietação entre moradores e turistas.

Divergências surgiram entre órgãos estaduais e municipais sobre a responsabilidade pelo problema. A Cagepa afirmou que não realiza despejo de esgoto no mar e que todo o material é tratado na Estação de Tratamento de Esgotos do Róger. Por outro lado, a Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa informou que não encontrou irregularidades nas vistorias realizadas nas galerias pluviais.

A Sudema e a prefeitura continuam monitorando a situação, enquanto uma decisão judicial exige que Cagepa, Sudema, Prefeitura de João Pessoa e Governo do Estado apresentem um plano de ação em até 30 dias para conter o despejo de esgoto no mar, além de medidas de sinalização e fiscalização nas galerias.

O governo estadual acredita que a resolução do impasse deve ocorrer por meio de articulação entre os entes públicos, priorizando a preservação ambiental e a segurança sanitária da orla da capital paraibana.

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