O senador Flávio Bolsonaro (PL) manifestou sua oposição ao reajuste de 15% no Bolsa Família, anunciado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a poucos dias do primeiro turno das eleições. Durante um evento de campanha na Bahia, ele considerou a medida como 'ilegal', alegando que contraria a legislação eleitoral.
Com o novo reajuste, o valor mínimo do benefício aumentará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro. O benefício médio, que inclui pagamentos adicionais, passará de R$ 675 para R$ 777. O governo federal justifica a correção como uma reposição da inflação acumulada desde junho de 2023.
Flávio Bolsonaro também lembrou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), havia elevado o valor do benefício em 2022, de R$ 400 para R$ 600.
A legalidade do reajuste está sendo contestada em uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que também solicita a cassação do registro de candidatura do presidente. O ministro André Mendonça foi designado como relator do caso, conforme sorteio realizado nesta quinta-feira.
Fonte: Polemicaparaiba